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TRINDADE – A HISTÓRIA CONFIRMA

 

FORMADA POR TRÊS PESSOAS: TERTULIANO (inventou), ATANÁSIO (defendeu) e CONSTANTINO (decretou), [não são três deuses, mas um só demônio que inspirou o trio.]

 

Estudos claros e transparentes já foram realizados com base exclusiva nas escrituras, e deixam nitidamente esclarecido a inexistência de uma trindade na Divindade (Para verificar esses estudos, favor verificar nos sites: www.adventistas-bereanos.com.br - www.adventistas.com - http://tempodofim.tripod.com/ - http://www.arquivoxiasd.com.br

 

dentre outros sites que defendem o que a palavra de Deus diz. Infelizmente a IASD saiu dos trilhos da simplicidade do Evangelho e adotou os deuses pagãos e do cristianismo popular.

 

Através deste compêndio, buscamos na História, localizar ONDE, QUANDO, e QUEM instituiu o dogma da santíssima trindade, em substituição ao Deus-uno que a Bíblia ensina e a Seu único Filho. As obras citas ou copiadas, estão informadas logo após a citação, para facilitar ao leitor saber a verdadeira origem e quais são as mesmas. O Texto entre aspas “ ” são a citação, sendo que os comentários estão sem aspas. Nas citações, o negrito e o sublinhado não constam nos originais.

 

Ao se realizar a busca para encontrar o autor humano do herético dogma da trindade (visto o verdadeiro autor ser Satanás, para despersonalizar o Deus Eterno), descobrimos uma tríade ou trindade satânica, formada por três homens ao serviço do Inimigo.

 

Vamos aos fatos históricos:

 

A PATRÍSTICA E OS PADRES DA IGREJA

 

Patrística foi o nome dado ao pensamento cristão do II ao III século, até o começo da filosofia eclesiástica, que vai do século IV ao século IX. Ela recebeu esse nome (patrística) porque representa o pensamento dos padres da igreja, que construíram a teologia católica(História da Filosofia – Padovani e Castanhola, Ed. Melhoramentos, pg 147).

 

A primeira síntese doutrinal antecessora do credo, surgiu só no III século, como os padres alexandrinos e africanos: Orígenes, Tertuliano, Gregório e Naziazeno” (Idem pág 149) “A patrística agostiniana, no século IV, surgiu em conseqüência da necessidade de se defender a igreja dos ataques arianos” (Idem pág 153)

 

 

A PRIMEIRA OBRA EM DEFESA DA TRINDADE

 

“Tertuliano (150-230) é o criador da língua latina cristã” (História de Roma – Ed. Vozes,pg 371).  Como criador da língua, ele cunhou o termo trindade, para expressar uma idéia bizarra para dar ar de mistério a sua invencionice.  A primeira obra que cita a trindade e faz apologia da mesma, é sua obra, chamada de  “TRATADO DE PRAXEAM”,  onde “Tertuliano expõe em linguagem vigorosa, firme e clara, a doutrina sobre a santíssima trindade. Desvia-se porém da ortodoxia, quando se perde em especulações individuais” (História de Roma – Ed. Vozes,pg 371,372).

 

Tertuliano lançou assim, em seu tratado, a criação da palavra, do significado controverso dela, e o primeiro marco da introdução da trindade no cristianismo. Sua obra foi muito questionada pelos padres da época.

 

 

O PRIMEIRO CONCÍLIO ECUMÊNICO

 

Constantino resolveu convocar o I Concílio ecumênico, isto é, universal, da igreja. Convidou todos os bispos a se reunirem em Nicéia e promoveu fundos para os gastos. Compareceram 318 bispos de várias partes, mostrando como já estava desenvolvida a igreja. No dizer de Duran, Ário reafirmou seu conceito de que Jesus Cristo era um ser ‘criado’, ‘divino’ por participação, mas não igual ao pai. Hábeis argumentos o levaram a admitir que se cristo fosse criatura e tivesse um começo, nesse caso podia mudar, e se podia mudar, podia passar da virtude para o vício. As respostas foram lógicas, honestas e lúcidas. Atanásio, o eloqüente  e belicoso, que o bispo Alexandre trouxe com uma espada teológica tornou claro que ‘se o cristo e o espírito santo não eram da mesma substancia que o pai, então o politeísmo triunfaria. Ele (Atanásio) admitiu a dificuldade de representar três pessoas distintas em uma só, mas argumentou que a razão deve-se curvar diante do mistério da trindade.” (Historia da Civilização – 3ª Parte, “De César à Cristo”, pág 361). Atanásio temia o politeísmo e então como meio de “defender” o cristianismo, introduziu-o dentro o cristianismo o politeísmo.

 

Para a igreja, porém, o ponto de ‘consubstanciação’ contra mera similaridade do pai e do filho, era vital tanto a luz da teologia quanto da política: se cristo não era deus, toda a estrutura da igreja estaria ameaçada e se fosse permitido aos cristãos duvidarem desse ponto, a confusão poderia destruir a unidade da igreja; portanto, o seu valor como suporte para o estado” (Historia da Civilização – 3ª Parte, “De César à Cristo”, pág 361). Notemos que havia mais interesses políticos em jogos que a busca da verdadeira doutrina bíblica de Deus.

 

NOTA No Tempo do Fim:

 

Para Mais informação Leia -  É Vergonhoso Ser Chamado de Ariano?

 

AS DELIBERAÇÕES DO CONCÍLIO E O CREDO NICENO

 

Até o concílio de Nicéia (Ao contrário do Sínodo, pois o sínodo é regional, e o Concílio é mundial – mesmo que não compareça representantes de todo mundo) não havia uma filosofia nem disciplina eclesiástica definida quanto à páscoa, ao repouso dominical e nem tão pouco sobre o trinitarismo-unitarismo. No “Concílio de Nicéias, em 325, se confirmou o domingo como dia do senhor, homenageando a ressurreição de Cristo”, “a santíssima trindade como conceito de Deus, a comemoração do natal em 25 de dezembro”, e “a páscoa no 1º domingo de lua cheia da primavera” (Caderno Vozes nº 50 pg 41, Editora Vozes).

 

Além das deliberações acima citadas, impostas por Constantino á igreja em Nicéia, Constantino também mandou lavrar o credo conforme seu entendimento, que,originalmente dizia:

‘Creio em um Deus, o pai, todo poderoso, que fez todas as coisas (...) e em um só senhor, Jesus Cristo, o filho de Deus, gerado (...) mas não feito, sendo da mesma substancia que o pai (...) que desceu e se fez carne, se fez homem, sofreu (...) ali desceu aos infernos para pregar aos mortos (...) levantou-se de novo no terceiro dia, subiu ao céu e julgará os vivos e os mortos (...) e também no espírito santo.’ Esse credo original é diferente do credo hoje em uso, foi feito revisão em 362 e em 381.” (Historia da Civilização – 3ª Parte, “De César à Cristo”, pág 362).

 

Apesar de Constantino ter legislado na igreja, a união da igreja e do estado ainda não estava completamente sacramentada. Mas desde o momento que Constantino impôs seu credo, perseguições começaram a se levantar contra os que não o aceitavam. 

 

Quando Constantino se mudou para Bizâncio e a batizou com seu nome, Constantinopla, “foi um duro golpe para a igreja romana. Infelizmente, do ponto de vista de Roma, o vitorioso era a seita dos arianos”. “Isto dividiu a igreja e grande parte dela, no oriente, preferiu seguir o imperador” e o seu credo.

 

Da época do apostolo Paulo até a época de Constantino, os cristão foram perseguidos por que Guardavam o sábado, não seguia as trindades pagãs e nem eram politeístas, não existia a trindade cristã, não comemoravam o natal e nem datas natalícias. Até o ano de 303 foram decretados quatro Editos contra os cristãos (Historia de Roma – Editora Vozes pág 342).

 

 

A CONVERSÃO DE CONSTANTINO E A UNIÃO DA IGREJA COM O ESTADO

 

Em 311, em um Edito inesperado, que traz o nome de Galério Licínio e Constantino, sustou a perseguição. O Edito de Milão em 313 pôs fim a perseguição dos cristãos” (idem pág 346).

 

Constantino se converteu a um cristianismo ambíguo e só foi batizado ás portas da morte”. “A iconografia, ou ilustrações por imagens partiu de Constantino”, “que consolidou o símbolo do peixe”, e  “das imagens” (Idem pág 363).

 

Apesar de Constantino ter promulgado ter promulgado o credo de Nicéia”  (Caderno Vozes n. 50,pg 41 – Editora Vozes) “esperou até o fim de sua vida, quando não tinha mais forças para pecar, para ser batizado” (Vida Sexual dos Papas, pg 30)

 

A organização e sobrevivência da igreja requeria certas rigidez de doutrina, e valorizou aquela unidade fundamental da fé, que iria dar a igreja medieval o nome de católica, isto é, universal”. “Fornou por meio de Constantino as alianças do imperador com a fé triunfante”. “Uma nova civilização baseada em uma nova religião, iria agora se reerguer das ruínas de uma cultura exausta e de um credo morimbundo, começava a idade média” (Historia da Civilização – 3ª Parte, “De César à Cristo”, pág 362).

 

O estado passou a se subordinar a igreja e a igreja ao estado, impondo as crenças em que a população poderia crer. “Em 386, em Trier, Alemanha, os bispos executaram Priscillian e seus seguidores por duvidarem da trindade”. “Em 550 o imperador Justiniano matou multidões de cristãos dissidentes para impor sua ortodoxia cristã (Perseguições Religiosas – Ediouro – pág 53).

 

Foi “em 380, o imperador Teodósio proclama oficialmente o cristianismo como a única religião do estado. Em 12 anos todos os outros cultos diferentes do católico são definitivamente proibidos” (Lado negro do Cristianismo).

 

Mas foi somente no governo de Justiniano, que governou de 527 a 565, que foi acumulada a função de Chefe de Governo e chefe da igreja, essa união recebeu o nome de “Cesaropapismo”. Justiniano instituiu assim o papado, onde figurava como bispo principal e chefe tanto do Estado quando da igreja. Atualmente o papa Bento XVI também acumula essas funções, oriundas de Justiniano. (Historia Geral – Antonio Pacheco e Pedro Bastos,pg 46).

 

Como podemos observar, o dogma da trindade foi arquitetado por TERTULIANO em seu ADVERSUS PRAXEAM, foi defendido por ATANÁSIO, e foi instituído por CONSTANTINO.

 

CONSTANTINO não arquitetou o dogma da santíssima trindade, mas o implantou no seu império.  TERTULIANO INVENTOU, ATANÁSIO DEFENDEU E CONSTANTINO OBRIGOU OS CRISTÃOS A ACREDITAM NESSE DOGMA.

 

Essa trindade de homens, sob o comando de Satanás, perverteu o cristianismo e abriu as portas para que Justiniano, em 527, instituísse o papado e se tornasse o primeiro papa com poderes ilimitados no âmbito civil e religioso, sem precisar de consultar nenhum governo para impor seus dogmas.

 

AS IMPLICAÇÕES NA VIDA PRÁTICA

 

Como ficou mostrado, o dogma da santíssima trindade foi criado pelo padre Tertuliano, que pela primeira vez o cita em sua obra. Foi Advogado por Atanásio (que quando apertado, alegou que a razão deveria se curvar ao mistério da santíssima trindade – pois tinha o apoio de Constantino), e foi oficialmente decretado por Constantino. Foram feitas algumas alterações no credo de Constantino, mas o ponto é que Constantino também mudou outras doutrinas cristãs e preparou o terreno para a igreja mudar também.

 

 

Dentre as principais mudanças feitas por Constantino, destacamos:

 

· Substituição do Sábado para o Domingo;

· Instituição de comemorar o Natal em 25 de dezembro;

· Aplicação do dogma da santíssima trindade, feito por Tertuliano e defendido por Atanásio;

· Invenção do pecado original, e conseqüente batismo de Crianças;

· Santificação de feriados religiosos, em homenagem a pessoas e eventos;

· Santificação de pessoas que foram perseguidas e mortas pelo império romano, abrindo as portas para Roma cristã adorar santos.

· Criação de intermediário entre Deus e os homens, com a inclusão dos padres e dos santos.

 

Convém salientar que Constantino foi peça chave para a criação da igreja católica, tanto política quando religiosamente.

 

E agora irmão, que faremos?

 

Como única referencia bíblica deste estudo histórico sobre o dogma da santíssima trindade, vejamos o que diz Mateus 15:08-09

“Este povo honra-me com os lábios; o seu coração, porém, está longe de mim. Mas em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homem.”

 

Que possamos adorar ao nosso Deus, único e mantenedor do Universo, e a seu único filho, Jesus Cristo, mantendo a comunhão Do espírito Santo. Não três deuses, mas um Deus e seu filho unigênito. Que deixemos de lado esse deus trindade, criado por uma trindade de homens – Tertuliano, Atanásio e Constantino – e nos firmamos no Deus vivo.

 

By Ministério Um Só Deus